Este artigo discute as formas do argumento sujeito nas orações finais, propondo que a categoria temporal nas orações finais não pode atribuir caso ao argumento sujeito, e que o caso do argumento sujeito só pode ser atribuído pela categoria preposicional que introduz a oração final ou pelo verbo ativo. Quando a categoria preposicional aparece, o argumento sujeito pode permanecer na oração final; quando a categoria preposicional não aparece, o argumento sujeito adota uma forma de pronome nulo ou é movido para a posição do determinante possessivo, sendo o caso atribuído pelo verbo ativo. Na estrutura de caso, o caso do objeto indireto é atribuído pela preposição; quando a preposição não aparece, o objeto indireto também deve ser movido para a posição do determinante possessivo, sendo o caso atribuído pelo verbo, formando assim uma estrutura de objeto duplo. A fusão do verbo "dar" com o verbo é uma evidência importante de que as orações finais e o objeto indireto atuam como complementos verbais. Do ponto de vista da teoria do controle, as orações finais em inglês também devem ser analisadas como complementos verbais.